A desembargadora Solange Salgado, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), revogou a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, empresário e dono do Banco Master, em uma decisão proferida em 29 de novembro de 2025. A magistrada considerou que a detenção de Vorcaro no Aeroporto de Guarulhos, enquanto se preparava para embarcar ao exterior, não apresentava risco de fuga, uma vez que a viagem havia sido comunicada previamente.
Solange Salgado possui uma longa trajetória no Judiciário, tendo iniciado sua carreira no Ministério Público de Minas Gerais e atuado como juíza federal desde 1992. Sua decisão recente reacendeu o interesse sobre sua história, especialmente por sua ligação anterior a uma investigação que a envolveu, mas que foi arquivada por falta de provas. Esse contexto destaca a complexidade da atuação judicial em casos de grande repercussão.
As implicações dessa decisão podem ser significativas, não apenas para Vorcaro, mas também para a percepção pública sobre a imparcialidade do Judiciário. A revogação da prisão pode influenciar a confiança nas instituições financeiras e na administração da justiça, especialmente em casos envolvendo figuras proeminentes como Vorcaro. O desdobramento desse caso será acompanhado de perto, considerando suas repercussões no cenário político e econômico nacional.

