Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Médica alerta para diagnóstico precoce de baixa visão infantil
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Médica alerta para diagnóstico precoce de baixa visão infantil

Carla Fernandes
Última atualização: 11 de setembro de 2026 11:52
Carla Fernandes
Tempo: 2 min.

A oftalmologista Maria de Fátima Neri alertou, nesta sexta-feira (11), durante o 70º Congresso Brasileiro de Oftalmologia (CBO 2026), em Salvador, sobre a importância do diagnóstico precoce da baixa visão na infância para evitar prejuízos ao aprendizado escolar, ao desenvolvimento motor, cognitivo, social e à autonomia da criança.

A médica explicou que a condição não se resume a uma redução da acuidade visual. Segundo Neri, a baixa visão pode comprometer a percepção visual, a exploração do ambiente e a comunicação. Ela afirmou que intervenções rápidas aumentam as chances de a criança aproveitar a visão residual e desenvolver estratégias funcionais para o futuro.

Entre as principais causas citadas estão as retinopatias causadas por sífilis, toxoplasmose e citomegalovírus, além de catarata e glaucoma congênitos. A lista inclui ainda anomalias do nervo óptico, albinismo, distrofias hereditárias da retina, alta miopia, doenças neurológicas, deficiência visual cortical ou cerebral e prematuridade.

A avaliação deve considerar o que a criança consegue fazer com o resíduo visual e como isso interfere nas atividades diárias. A oftalmologista disse que é fundamental ouvir a família e observar sinais como a aproximação excessiva dos olhos aos objetos, tropeços frequentes, fotofobia, dificuldade em ambientes pouco iluminados e atraso no desenvolvimento sem causa definida.

O processo de habilitação deve envolver estimulação visual funcional, recursos ópticos e não ópticos, tecnologia assistiva, orientação e mobilidade. A médica informou que o tratamento requer a atuação de terapia ocupacional, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia, pedagogia e orientação familiar.

“Encaminhar precocemente uma criança com baixa visão não é apenas tratar a visão; é proteger o desenvolvimento, a autonomia e o futuro dela”, disse a especialista.

Notícia Anterior Procurador do TPI atribui ataques de Trump a mal-entendido
Próximo notícia Marcos Valle e Ana Frango Elétrico fazem show no Coala Festival
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta