Uma urna eletrônica foi substituída na manhã deste domingo (4) após a tecla de número “3” ser danificada na seção 33 da Escola Eveline Fonseca de Oliveira, em Candelária, no Vale do Rio Pardo, no Rio Grande do Sul. A Justiça Eleitoral apura se houve tentativa de interferência no processo eleitoral.
Segundo a Justiça Eleitoral, a tecla estaria travada devido a uma suposta utilização de cola no equipamento. O botão não respondia aos comandos, impedindo que os eleitores apertassem a tecla durante a votação.
A ocorrência foi registrada por volta das 8h30. Os votos computados antes da substituição da urna não serão perdidos, informou a Justiça Eleitoral.
Durante a troca do equipamento, houve uma breve paralisação da votação no local. O serviço foi normalizado pouco depois.
A autoria da ação será investigada pela Justiça Eleitoral, que deverá apurar as circunstâncias do caso e verificar se houve tentativa de interferência no processo eleitoral.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou, às 11h deste domingo (4), um novo boletim da Operação de Segurança referente ao primeiro turno das Eleições 2026. No primeiro levantamento, a compra de votos aparecia em primeiro lugar entre as ocorrências. Já no segundo balanço, a propaganda eleitoral irregular passou a liderar os registros, enquanto a boca de urna aparece na terceira posição.
Segundo o relatório, foram contabilizadas 214 ocorrências até o momento. Desse total, 175 foram classificadas como crimes eleitorais. Entre eles, 71 são casos de propaganda eleitoral irregular.


