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Leitura: Giovanna Antonelli comenta sobre ‘Rio de Sangue’: ‘Não tinha visto isso no Brasil’
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Giovanna Antonelli comenta sobre ‘Rio de Sangue’: ‘Não tinha visto isso no Brasil’

Amanda Rocha
Última atualização: 15 de abril de 2026 06:00
Amanda Rocha
Tempo: 3 min.

O filme ‘Rio de Sangue’ estreia nos cinemas brasileiros na quinta-feira, 16 de abril. O longa-metragem, que mistura suspense policial, ação e drama, destaca o protagonismo feminino em meio à grandiosidade da Amazônia.

A história gira em torno de Patrícia Trindade, interpretada por Giovanna Antonelli, uma policial afastada após uma operação fracassada. Jurada de morte pelo narcotráfico, ela busca segurança e a restauração da relação com sua filha, Luiza, interpretada por Alice Wegmann, em Santarém, no Pará.

Após a mudança, Patrícia descobre que Luiza, médica que atua em uma ONG, está prestes a partir para uma expedição. O que parecia uma missão humanitária se transforma em uma emboscada, e Luiza é raptada por garimpeiros. Patrícia precisa usar toda sua coragem e experiência para resgatar a filha.

““Não tem glamour, não tem construção heroica. Eu gosto da Patrícia porque ela falha, perde o controle e, mesmo assim, precisa agir”, afirmou Giovanna Antonelli.”

O filme, dirigido por Gustavo Bonafé, se passa na Amazônia, que é considerada por Antonelli como uma protagonista da narrativa. “A floresta amazônica é grandiosa, a gente se sente pequeno diante daquela imensidão”, disse.

Antonelli também destacou a importância de ter mulheres como protagonistas em um filme desse gênero. “Duas mulheres protagonizando um filme desse gênero eu ainda não tinha visto isso no Brasil. Isso me deu muito orgulho”, completou.

Alice Wegmann ressaltou a relevância do projeto e sua admiração pelo trabalho de Bonafé. “Quando recebi o convite e soube que era um filme do Gustavo Bonafé rodado no Pará, eu falei: ‘Eu quero fazer’”, contou.

Wegmann também comentou sobre a relação entre mãe e filha como um dos pilares emocionais da trama. “Tem essa causa das duas, né? Uma policial, a outra médica, trabalhando em comunidades indígenas. Isso traz um quê especial”, disse.

Felipe Simas destacou o caráter intenso e universal da trama. “É um ‘trillerzão’, um suspense que prende a gente na cadeira”, avaliou. Ele também mencionou a importância da união no enfrentamento do mal.

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