Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: PF acusa AGU de omissão em crise com ministro do STF
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

PF acusa AGU de omissão em crise com ministro do STF

Carla Fernandes
Última atualização: 2 de setembro de 2026 15:57
Carla Fernandes
Tempo: 3 min.

Integrantes da cúpula da Polícia Federal (PF) afirmam que a Advocacia-Geral da União (AGU) foi omissa na crise institucional com o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). O órgão jurídico da União, comandado por Jorge Messias, rebate a acusação e afirma que a postura evitou a anulação de investigações sobre o Banco Master.

O conflito escalou após a PF solicitar que a AGU atuasse no STF para reduzir o controle do ministro Dias Toffoli sobre inquéritos sob sua relatoria. A AGU, responsável pela representação jurídica da União, manifestou-se contrariamente a essas demandas. A tensão aumentou quando o caso Master foi sorteado para André Mendonça, em fevereiro, após a revelação de mensagens entre Daniel Vorcaro e Fabiano Zettel sobre pagamentos à empresa Maridt.

Mendonça restringiu o acesso da cúpula da PF a informações de inquéritos que avançavam sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Em julho, o ministro determinou que atos da investigação sobre fraudes no INSS fossem centralizados em seu gabinete, impedindo a passagem de dados por outros departamentos da PF, como a Coordenação-Geral de Repressão à Corrupção, Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro.

A corporação interpretou as medidas como intromissão na gestão de equipes e violação de competências. A PF pediu a a AGU que buscasse remédio judicial contra as determinações, o que não ocorreu. Na semana passada, Mendonça ordenou que a PF identificasse, em 72 horas, pessoas mencionadas em mensagens no celular de Vorcaro, incluindo trocas com o ministro Alexandre de Moraes e menções ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Jorge Messias tentou articular solução consensual em agosto, promovendo reunião entre Mendonça e o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, encontro que não contou com a presença de Andrei Rodrigues. A AGU sustenta que não houve omissão e que a estratégia visa impedir que advogados de alvos questionem a validade dos inquéritos.

O material elaborado pela PF sobre Alexandre de Moraes teve o sigilo retirado nesta terça-feira (1º). O conteúdo revela mensagens de Vorcaro para Moraes, incluindo um questionamento do ex-banqueiro sobre a possibilidade de deixar o país dois dias antes de ser preso.

Notícia Anterior Censo 2022 revela que 87% dos brasileiros são cristãos
Próximo notícia CCJ do Senado aprova PEC que acaba com escala 6×1
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta