Os eleitores registrarão seis escolhas na urna eletrônica durante as eleições gerais de 4 de outubro. O processo, definido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), segue a ordem de deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e, por fim, presidente da República.
A votação acontece das 8h às 17h, no horário de Brasília. O acesso à cabine individual ocorre após a identificação do eleitor por meio do título eleitoral, aplicativo e-Título ou documento oficial com foto, como RG, passaporte, CNH e carteira de trabalho.
A sequência de digitação começa com quatro dígitos para deputado federal e cinco para deputado estadual ou distrital. Na sequência, são solicitados três dígitos para cada uma das duas vagas ao Senado Federal. O ciclo termina com dois dígitos para governador e dois para presidente.
A tela da urna exibe a foto, o nome, o cargo e o partido após a digitação de cada número. O equipamento possui uma pausa de segurança de um segundo, na qual a tecla “Confirma” fica inativa para que o cidadão verifique os dados do candidato antes de finalizar a escolha.
A Justiça Eleitoral recomenda que o eleitor leve anotações em papel com os números organizados na ordem da votação para reduzir o tempo de permanência na cabine. O TSE informou que a tecla verde deve ser acionada novamente caso seja pressionada durante o intervalo de segurança.
Ao encerrar o horário regulamentar, a urna emite o Boletim de Urna (BU). O documento impresso detalha o total de votos da seção para assegurar a transparência e a auditabilidade do pleito.

