Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Procurar
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Small caps disparam 9% na B3 após resultado do primeiro turno
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
Procurar
Have an existing account? Sign In
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A

Small caps disparam 9% na B3 após resultado do primeiro turno

Carla Fernandes
Última atualização: 6 de outubro de 2026 13:48
Carla Fernandes
Tempo: 4 min.

O primeiro turno da eleição acendeu o pavio das small caps na B3. Na segunda-feira (5), depois de Flávio Bolsonaro (PL) terminar à frente de Lula (PT), o índice SMLL subiu mais de 9%, acima dos 7,70% do Ibovespa, que teve o maior ganho em um dia desde março de 2020. Os juros futuros caíram ao longo de toda a curva, e o dólar fechou em queda de mais de 4%, a R$ 5.

O movimento confirma a aposta que as carteiras de small caps de outubro já faziam antes da votação. As casas consultadas apontavam as empresas menores da bolsa como as mais sensíveis à queda dos juros longos e, por isso, as que mais tinham a ganhar se o resultado da eleição abrisse espaço para esse movimento. O segmento era até então o mais descontado da bolsa e o único ainda abaixo da própria média.

Três ações do ranking estiveram entre os destaques da segunda: C&A, que subiu 19,71%, Cyrela, com alta de 18,4%, e Smart Fit, que avançou mais de 10%. A convergência, porém, para no segmento. Nas oito carteiras consultadas, nenhuma ação aparece em mais de quatro, e Smart Fit e Orizon dividem a liderança, seguidas pela JHSF, com três indicações.

A principal mudança em relação a setembro é a saída das construtoras de baixa renda: a Tenda, que tinha quatro indicações, deixa o ranking depois que as casas apontaram o atraso nos repasses da Caixa para o Minha Casa, Minha Vida e a alta no custo de materiais. Em seu lugar ganham espaço nomes de consumo defensivo e educação.

A Smart Fit sobe de três para quatro indicações e passa a dividir a liderança. Para a Ágora, a rede de academias se destaca num setor de consumo ainda pressionado pela combinação de crescimento orgânico, maturação das unidades abertas e monetização via TotalPass, com 98 academias abertas no primeiro semestre. O BTG Pactual cita a escala sem paralelo na América Latina, as margens em melhora pela alavancagem operacional e o espaço para consolidação num mercado fragmentado.

A Orizon, empresa de gestão de resíduos, que liderava sozinha em setembro com cinco indicações, perde uma e passa a dividir o topo. O Santander a colocou como principal escolha do setor de energia e saneamento, com a expectativa de que os municípios recorram cada vez mais a operadores privados, e projeta crescimento anual do Ebitda de 55,6% entre 2025 e 2028, puxado pela aquisição da Vital e pelos projetos de biometano.

A JHSF, empresa de shoppings, hotelaria e serviços de alta renda, entrou neste mês na carteira da Genial e já estava nas da Ágora e do BB Investimentos. Para a Genial, é a posição mais sensível a juros e ao consumo de alta renda, com dividendo mensal e lucro de R$ 445 milhões no segundo trimestre, contra R$ 246 milhões um ano antes.

Notícia Anterior Fundo global de ações brasileiras tem volume recorde de US$ 8 bi
Próximo notícia Cyrela e Eztec lideram rali de construtoras após 1º turno
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta